Agenda DGArtes inclui dois eventos no Brasil

CICLO DA FOTOGRAFIA PORTUGUESA NO BRASIL
ISADORA HOFSTAETTER PITELLA

4 de fevereiro a 2 de abril
Museu Municipal de Arte de Curitiba – MuMA, Museu da Fotografia de Curitiba, Universidade Positivo (Campo Comprido), entre outros locais
Curitiba, Brasil

Curitiba irá receber a maior delegação da história de fotógrafos portugueses durante os meses de fevereiro e março. Uma equipe de portugueses de diferentes regiões desembarca na capital paranaense para expor e debater fotografia contemporânea na programação do Ciclo da Fotografia Portuguesa no Brasil. O evento integra a programação do Ano de Portugal no Brasil e tem apoio à internacionalização da Direção-Geral das Artes. O objetivo é discutir amplamente a fotografia artística dentro dos cenários português e brasileiro contando com uma mostra oficial, a ser realizada no Museu Municipal de Arte – MuMA, em Curitiba, além de uma série de encontros, debates, masterclasses e exposições paralelas. A curadoria contempla fotógrafos portugueses da nova geração, porém em diferentes estágios de suas carreiras profissionais, oferecendo um panorama das temáticas e direções da fotografia na arte contemporânea produzida em Portugal. Pioneiro, o Ciclo da Fotografia Portuguesa conta ainda com a participação de uma das maiores teóricas portuguesas da fotografia contemporânea Margarida Medeiros, professora universitária, autora do livro Fotografia e Narcisismo – o autorretrato contemporâneo, entre outros, em duas palestras com os temas Espíritos contemporâneos: quando a arte e os outros mundo se entrecruzam e Representar o observável: contaminações entre a fotografia e a pintura em sessões abertas a ser realizada na Universidade Positivo.

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O MUNDO É DE QUEM NÃO SENTE
DUPLACENA

31 de janeiro às 21h00
1 e 2 de fevereiro às 21h00
3 de fevereiro às 20h00
Espaço Cultural Mosaico
Brasília, Brasil

SINOPSE

O espetáculo de teatro físico “O Mundo é de quem não sente” passeia por fados e sambas para contar histórias de amor dentro do universo luso-brasileiro. Através de pequenas cenas, independentes entre si, como curtas-metragens; quadros vivos do dia-a-dia da sociedade contemporânea, o espetáculo assenta em elementos transversais de ambas as expressões artísticas. Com estas “formas”, a criação consiste em dissecar e explorar as possibilidades de leitura das letras do fado e do samba, procurando o que de humano e universal, fortalecem os textos em investigação. É aí que encontramos a nossa liberdade; quando vislumbramos, mesmo num clássico, o inédito, o inventivo e o inaugural; utilizando-se mais da sensação do que da racionalidade. Esta montagem transmite um estado inconsciente, mais do que uma história fechada em conclusões e verdades.

Uma coprodução portuguesa e brasileira dirigida e criada pelas artistas Mara Castilho e Lanna Guedes, com uma banda sonora original dos músicos Marcelo Vig (Brasil), Junior Tostoi (Brasil) e Luís Varatojo [Banda a Naifa] (Portugal).

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